Queimadas na Amazônia estão na média dos últimos 15 anos, diz NASA

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Em julho e agosto, a atividade do fogo aumenta devido à chegada da estação seca

Um estudo da NASA atualizado nesta quinta-feira (22) mostrou que as queimadas na Amazônia em 2019 estão próximas da média em comparação com os últimos 15 anos. Além disso, indicou que, de acordo com estimativas do banco de dados de Emissões Globais de Incêndio, no Mato Grosso e no Pará elas ficaram abaixo da média, enquanto no Amazonas e em Rondônia, aumentaram.

Segundo a agência, os incêndios na região são raros na maior parte do ano, pois o clima úmido da floresta impede que as chamas se espalhem. No entanto, em julho e agosto, a atividade aumenta devido à chegada da estação seca. “Muitas pessoas utilizam o fogo para manter as terras e as pastagens cultiváveis ou limpá-las para outro fim”, diz o estudo. Normalmente, o pico ocorre no início de setembro e vai até novembro.

Do último ano para cá, no entanto, os números duplicaram, conforme o gráfico da Global Fire Data, que traz a contagem cumulativa de incêndios mensais. Entre os dias 15 e 22 de 2018, foram registrados uma média de 52.000 focos, enquanto este ano, no mesmo período, foram 95.000. Em 2016, a estimativa foi maior: 10.000 a média. Já em 2017, ficou em 7.000. Acesse aqui o gráfico.

Em Rondônia, um incêndio de grandes proporções começou no final de julho na reserva ambiental Margarida Alves e durou até o dia 18 de agosto. Segundo o Corpo de Bombeiros da região, a queimada destruiu mais de mil hectares.

Com informações da Jovem Pan

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