Centro de Convenções de Salvador trará R$ 500 milhões com turismo de negócios

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Com a inauguração do equipamento, cidade terá novo espaço para eventos e shows

Quando o Centro de Convenções da Bahia encerrou as atividades, em 2014, levou consigo parte importante da economia de Salvador. Desde então, a cidade perdeu posições como destino turístico de congressos e negócios no Brasil. Chegou a ser o terceiro maior destino para esse público, mas despencou para o nono.

Dois bilhões de prejuízos depois, a capital baiana está pronta para retomar seu lugar entre os destinos mais procurados para feiras, congressos, eventos e exposições. No último dia 23, convidados e autoridades conheceram o novo Centro de Convenções Antonio Carlos Magalhães. Instalado na orla da Boca do Rio, o local tem capacidade para receber 14 mil pessoas simultaneamente em congressos e feiras, ou 20 mil em shows nas áreas externas e internas. Espaços moduláveis podem ser adaptados de acordo com as necessidades dos clientes – que contam com um restaurante de 334 metros quadrados e uma cobertura para eventos com a mesma área, além de estacionamento com capacidade para 1.460 veículos.

Resultado: 20 eventos já estão agendados para 2020, começando pela Convenção Nacional da Polishop, em março, que deverá reunir 4 mil pessoas, e incluindo a Bienal do Livro. “Temos uma cidade muito badalada no verão, mas no restante do ano perdemos com a falta de um centro de convenções. A prefeitura assumiu o protagonismo e construiu essa obra em tempo recorde de 15 meses”, afirma o prefeito da cidade, Antonio Carlos Magalhães Neto. “Com o novo Centro de Convenções, será verão o ano inteiro em Salvador.”

Matéria completa em Valor Econômico.

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